Tenho medo de me tornar eu
De não poder intervir
De conviver comigo
De não suportar tantos desatinos
Tenho medo de correr para trás
Continuar nessas desventuras
Ser o meu desagrado
De acomodar-me em ser eu por acaso
Não me satisfaço
Não pense que é fácil
Me perder em mim
Sendo quem nunca quis
Preciso de tempo
Mas o tempo já passou
Agora sou eu mesmo
Mas enfim, o que sou?
Sou um forasteiro
Fugindo de mim
Vento errante
Será que sempre fui assim?
Nômade de meus pensamentos
Um novo começo
Em terra de pessoas vazias
Feliz é aquele que se auto-critica
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Outro Amanhecer
Sinto falta das noites frias de inverno
Caminhando pelas ruas escuras
Desvendando as entrelinhas
Lembrando do passado
De lembranças que não eram minhas
Sinto falta do vento que me envolvia
Com sua ternura, fúria e nostalgia
Mas eu corro, paro, canso, desisto
Me viro do avesso
Retorno, penso, desisto outra vez e
Prossigo.
Olho-me no espelho
Vejo imagens destorcidas
vejo todos os personagens que eu fui durante o dia
Já não sinto a saudade que sentia
Sinto falta apenas das noites frias
Eu sempre acordo sem lembranças
Apenas deixo amanhecer
Sem ter que olhar para traz
Tentando ser forte, quando nada me satisfaz
Sem saber o porque
Deixo amanhecer,
Deixando tudo... mais uma vez
Caminhando pelas ruas escuras
Desvendando as entrelinhas
Lembrando do passado
De lembranças que não eram minhas
Sinto falta do vento que me envolvia
Com sua ternura, fúria e nostalgia
Mas eu corro, paro, canso, desisto
Me viro do avesso
Retorno, penso, desisto outra vez e
Prossigo.
Olho-me no espelho
Vejo imagens destorcidas
vejo todos os personagens que eu fui durante o dia
Já não sinto a saudade que sentia
Sinto falta apenas das noites frias
Eu sempre acordo sem lembranças
Apenas deixo amanhecer
Sem ter que olhar para traz
Tentando ser forte, quando nada me satisfaz
Sem saber o porque
Deixo amanhecer,
Deixando tudo... mais uma vez
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