quinta-feira, 20 de setembro de 2012

I NOTA

Você nunca sabe o dia de amanha, e se souber, tome cuidado! As coisas podem mudar, o destino é uma bobagem; você não é um ser divino, porque somos todos fantoches de nossos deuses.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Desastres

Agora estou com medo
Como nunca senti
Medo de te perder por coisas que eu fiz
Tentando te punir de coisas que não consigo entender

Como você esta ?
Hooo querido eu poderia levar a vida inteira brincando
Mais você é fraco para suportar

E o que diremos a nos mesmos?
Que perdemos a chance de melhorar?
O que você acredita são apenas nas mentiras que te contei
Você não vai agüentar

Estamos nos olhando e acho que nada é verdadeiro
Você me diz que temos tempo
Então vamos começar denovo

Como você esta ?
Hooo querido eu poderia levar a vida inteira brincando
Mais você é fraco para suportar

Nada mudou ...
está vendo voltamos ao começo do desastre do nosso amor !

sábado, 10 de março de 2012

Dia comum aos quase 19, mesmo assim comum.

Porque todo o tempo perdemos tanto tempo
Não conquistei nada até aqui
Até agora me perdi em meus engenhos

De que adianta te querer tanto
se hoje já nao tenho a ti
De que me adianta anotar
frases que não vou usar
quando estiver aqui

Tivemos tantos sonhos
tivemos tantos medos
E o que temos todos o dia
É um grande desapego

Não quero me acostumar em viver assim
Me leve para outro lugar
Tente me levantar
Hoje eu preciso de algo a mais

Tenho vontade de dormir
De nao acordar
vontade de despertar
De nunca regressar

Mas por aqui
o tempo nunca paresse passar
então volte logo
nao espere o tempo passar

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Medo do Eu

Tenho medo de me tornar eu
De não poder intervir
De conviver comigo
De não suportar tantos desatinos

Tenho medo de correr para trás
Continuar nessas desventuras
Ser o meu desagrado
De acomodar-me em ser eu por acaso

Não me satisfaço
Não pense que é fácil
Me perder em mim
Sendo quem nunca quis

Preciso de tempo
Mas o tempo já passou
Agora sou eu mesmo
Mas enfim, o que sou?

Sou um forasteiro
Fugindo de mim
Vento errante
Será que sempre fui assim?

Nômade de meus pensamentos
Um novo começo
Em terra de pessoas vazias
Feliz é aquele que se auto-critica

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Outro Amanhecer

Sinto falta das noites frias de inverno
Caminhando pelas ruas escuras
Desvendando as entrelinhas
Lembrando do passado
De lembranças que não eram minhas

Sinto falta do vento que me envolvia
Com sua ternura, fúria e nostalgia
Mas eu corro, paro, canso, desisto
Me viro do avesso
Retorno, penso, desisto outra vez e
Prossigo.

Olho-me no espelho
Vejo imagens destorcidas
vejo todos os personagens que eu fui durante o dia
Já não sinto a saudade que sentia
Sinto falta apenas das noites frias

Eu sempre acordo sem lembranças
Apenas deixo amanhecer
Sem ter que olhar para traz
Tentando ser forte, quando nada me satisfaz
Sem saber o porque
Deixo amanhecer,
Deixando tudo... mais uma vez